Ansiedade e medos
Preocupação excessiva, medo de ficar longe dos pais, do escuro ou de situações novas.
Psicologia Infantil · Santos
Às vezes ele aparece como medo, birra, choro, silêncio, dificuldade na escola ou mudanças no sono e no apetite. Nem sempre a criança consegue explicar, mas ela sempre está comunicando algo.
A psicoterapia infantil oferece um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos, onde seu filho pode se expressar no ritmo dele, com o apoio da família ao lado.
33 anos de clínica
abordagem existencial humanista
Quem sou eu
Sou psicóloga clínica há 33 anos, em Santos. Ao longo de mais de três décadas, acompanhei pessoas de todas as idades, e o atendimento às crianças sempre ocupou um lugar especial no meu trabalho.
Trabalho com a Abordagem Existencial Humanista, na perspectiva Centrada na Pessoa, de Carl Rogers: quem está no centro da terapia é a pessoa (aqui, a criança), com sua história e seu potencial para encontrar caminhos.
Na clínica infantil, isso significa olhar para a criança por inteiro: quem ela é, o que vive, a família e a cultura em que está inserida, suas potências e também suas dificuldades. Não parto de rótulos, parto da escuta.
Acredito que o autoconhecimento é fundamental para o bem-estar e a saúde mental, e que ele pode começar cedo. Toda criança carrega em si uma tendência natural ao crescimento; meu papel é oferecer as condições para que ela se sinta segura para se expressar, se compreender e encontrar equilíbrio, caminhando junto com os pais nesse processo.
Quando procurar
Não é preciso esperar um problema grande. Muitas vezes, a terapia começa quando os pais percebem que algo mudou e não sabem bem como ajudar.
Preocupação excessiva, medo de ficar longe dos pais, do escuro ou de situações novas.
Explosões frequentes, irritabilidade ou dificuldade em lidar com frustrações e limites.
Queda no rendimento, resistência em ir à escola ou queixas frequentes dos professores.
Separação dos pais, chegada de um irmão, mudança de casa ou de cidade.
A perda de alguém querido, de um animal de estimação ou de uma rotina conhecida.
Dificuldade em fazer amigos, isolamento ou sofrimento em situações de grupo.
Pesadelos, dificuldade para dormir sozinho ou mudanças repentinas no apetite.
Falas como “eu não consigo” ou “ninguém gosta de mim”, insegurança e autocrítica.
Perda de interesse pelo que gostava, choro frequente ou uma criança mais quieta que o normal.
Se você reconheceu seu filho em algum desses pontos, podemos conversar com calma sobre o que está acontecendo.
Conversar com a SuzanaA abordagem
Os adultos falam sobre o que sentem. As crianças, na maior parte das vezes, brincam o que sentem. Por isso, no consultório, brinquedos, desenhos, histórias e jogos são as ferramentas do trabalho terapêutico.
Na abordagem Centrada na Pessoa, a criança é quem conduz. Eu acompanho, acolho e devolvo a ela o que percebo, sem julgamentos e sem pressa. Aos poucos, ela ganha confiança para expressar emoções difíceis e descobrir os próprios recursos.
Os pais fazem parte
Vocês conhecem seu filho como ninguém. Por isso, a terapia infantil é construída em parceria: ouço a história da família, compartilho percepções ao longo do processo e pensamos juntos em formas de apoiar a criança no dia a dia.
Como funciona
Um passo a passo simples, para que vocês saibam o que esperar.
Contem brevemente o que motivou a busca. Respondo pessoalmente e tiro as primeiras dúvidas.
Um primeiro encontro só com os pais, para conhecer a história, a rotina e as preocupações da família.
Encontros semanais no consultório, em um ambiente preparado para que ela se sinta à vontade.
Ao longo do processo, nos reunimos para acompanhar a evolução e alinhar os próximos passos.
Atendimento presencial
Um ambiente acolhedor, com brinquedos e materiais escolhidos para que a criança se sinta segura e livre para se expressar.
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Perguntas frequentes
O atendimento é particular, e o único convênio aceito é o Mediservice. Para os demais planos, emito recibo para que vocês possam solicitar o reembolso junto ao plano de saúde, conforme as regras do seu convênio. Para saber valores e horários disponíveis, é só me chamar no WhatsApp.
Atendo crianças a partir dos 5 anos até o início da adolescência. Em cada caso, avaliamos juntos, na conversa inicial, se a psicoterapia é o caminho mais indicado.
Com sinceridade e de forma simples: que ele vai a um lugar onde pode brincar, conversar e contar o que sente para uma pessoa que ajuda crianças. Evite apresentar a terapia como castigo. Na conversa inicial, também oriento vocês sobre isso.
As sessões semanais são com a criança. Os pais participam da entrevista inicial e de encontros periódicos de devolutiva, em que acompanhamos a evolução e pensamos juntos em como apoiar a criança em casa e na escola.
As sessões duram cerca de 50 minutos e geralmente acontecem uma vez por semana, em dia e horário fixos.
Cada criança tem seu próprio tempo. A duração depende da demanda e de como o processo se desenvolve, e é algo que acompanhamos juntos nas devolutivas.
Se algo no comportamento do seu filho tem chamado sua atenção, vamos conversar. O primeiro passo pode ser uma mensagem.
Falar com a Suzana